quarta-feira, 23 de junho de 2010

QUE VEJO?
Que vejo? Que visão celeste
No espelho mágico se me revela!
Ah! Suas asas cupido me emprestem
E me leve à paragem dela!
Mas, se não pairo neste canto,
Se ouso avançar, como em neblina
A etérea aparição se fina!
De uma mulher visão de encanto!
Como! É tão bela a sua forma feminina
Devo ver nesse corpo em lânquito quebranto
A síntese da criação divina
Na terra não há formosura tal.