Da mórbida escuridão crepuscular
De onde brota sua essência humana
De onde amor apenas existe como uma vaga lembrança do inexistente
De onde os sentimentos e sensibilidade foram todos transformados no nada existencial
Onde origina a mais angustiante luta pelo desamor
A existência se afoga em um languido de gritos e gêmuras
A dor a desesperança na vida é o que prevalece sobre sua essência humana
Amor, flor, exuberância são apenas remanências idealista para esta alma cansada
Poemas, poesias soa apenas como meros xingamentos para este ouvido desumanizado
Descrente da vida e de sua beleza e de sua imutável capacidade de ser esplendorosa
vida, morte para este ser catávelico não há diferença
Sobrevive na mais infinita incapacidade de sentir
Faz apologia do não existir como base de sua existência
Pois, renegar o amor como não existência é não existir
Pois, amor, amar é condição sino quo que nós transforma em verdadeiros seres humanos
A essência de existe e de se sentir vivo é o esta constantemente enamorada
Pois, o amor não é um pão que diminui à medida que nós o comemos
Quando mais o comemos mais ele cresce
E cresce em alegria de viver
Cresce em entuziasmo pela vida
Cresce o principio do amor
Que é o amor pela espécie humana
Logo não amar é o descrédito na sua própria existência
É transformá-la na pior desventura humana, e ela reina soberana nesta mórbida escuridão crepuscular
Oprimindo que luz de todos nós venha à vida, temos que renegá-la e a condená-la para sempre ao esquecimento histórico
Deixe que ela venha
imploramos por isso
este poema veio ao mundo reflentindo numa pessoa que é a personificação de toda a dureza e insessibilidade que o capital poder imprimir no ser humano, ele reflete toda desumazição que o capital pode submeter um ser humano. este poema é um grito de desespero em prol da humanização e de todos os sentimentos nobres que de alguma forma ainda existe no homem, inploramos que este nobre sentimentos prevaleça sobre a frieza de sentimentos a morbidez a falta e a incapacidade de ter afeto, carinho, fraternidade, sobre tudo o nobre e veificador amor eternal. este poema é para quem ainda esta vivo e luta a cada dia para se manter vivo, que ainda não se tornol um ser vivo apenas biologicamente, mais vivo na sua integridade como ser humano vivo no sentido de poder sentir a vida, e só podemos serntir a vida pelo o amor pela capacidade que temos de amar a humanidade livre.
